pé – Dr. Daniel Kamura – Ortopedista Pé e Tornozelo https://drdanielkamura.com.br Ortopedista especialista em pé e tornozelo CRM 156.698 / TEOT 15.291 / RQE 88.918 Tue, 08 Sep 2026 18:27:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://drdanielkamura.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cropped-favicon-32x32.png pé – Dr. Daniel Kamura – Ortopedista Pé e Tornozelo https://drdanielkamura.com.br 32 32 Joanete: Por que ele aparece e como impedir que o quadro piore? https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/joanete-halux-valgo-tratamento/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/joanete-halux-valgo-tratamento/#respond Wed, 15 Apr 2026 03:01:00 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=1598

A joanete (hálux valgo) é uma deformidade progressiva do pé que afeta a articulação do dedão, podendo causar dor, dificuldade para caminhar e limitação no uso de calçados.

Sente dor no dedão ou percebe o joanete aumentando?

Uma avaliação precoce pode evitar a progressão e indicar o melhor tratamento para o seu caso.

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Índice: joanete

 

O que é joanete?

O joanete é uma deformidade na articulação do dedão do pé, caracterizada pelo desvio do osso e formação de uma saliência lateral visível. Em termos simples, o dedão começa a se inclinar em direção aos outros dedos, alterando toda a mecânica do pé.

 

Por que o joanete aparece?

Na maioria dos casos, o joanete não surge por um único motivo, mas por uma combinação de fatores ao longo do tempo.

Genética: pessoas com histórico familiar têm maior predisposição.

Calçados inadequados: o uso frequente de sapatos de bico fino, salto alto ou rígidos comprime os dedos e favorece o desalinhamento progressivo.

Como o joanete evolui?

O joanete é uma condição progressiva. Isso significa que, sem intervenção, tende a piorar ao longo do tempo.

Inicialmente, o desvio pode ser discreto. Com a evolução, o dedão se inclina cada vez mais, podendo empurrar os outros dedos e causar deformidades adicionais.

Sintomas mais comuns

Os sinais mais frequentes incluem:

  • Dor na base do dedão
  • Inchaço e vermelhidão
  • Dificuldade para usar certos calçados
  • Deformidade visível no pé

Tratamento sem cirurgia

Nos estágios iniciais e sem dor significativa, o tratamento pode ser conservador. Isso inclui principalmente a escolha de calçados mais adequados e ajustes de hábitos.

É importante entender que órteses não corrigem a deformidade estrutural — elas apenas aliviam temporariamente os sintomas.

Cirurgia percutânea do joanete

Quando há dor ou limitação funcional, a cirurgia passa a ser a forma mais eficaz de tratamento.

A técnica percutânea é minimamente invasiva e permite corrigir o alinhamento do osso com pequenos acessos, preservando os tecidos ao redor.

  • Menor agressão cirúrgica
  • Recuperação mais rápida
  • Menor dor no pós-operatório
  • Melhor resultado estético

Cada caso de joanete é único.

Uma avaliação especializada permite entender o estágio da deformidade e indicar o melhor tratamento.

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Como é a recuperação?

Uma das principais vantagens da técnica moderna é a recuperação mais rápida.

Em poucos dias já é possível apoiar o pé com os cuidados adequados, e o retorno às atividades acontece de forma progressiva.

Pronto para tratar seu joanete com segurança?

Evite a progressão da dor e recupere sua qualidade de vida.

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FAQ: Joanete

Joanete tem cura?

Sim. A cirurgia corrige a deformidade estrutural.

Órtese resolve?

Não. Apenas alivia temporariamente.

Precisa sempre operar?

Não. Apenas quando há dor ou progressão.

Quanto tempo de recuperação?

Em poucos dias já é possível apoiar o pé.

Esse artigo foi revisado e validado pelo  Dr. Daniel Kamura e tem caráter informativo, ou seja não substitui a consulta com especialista.

 

Dr. Daniel Kamura

Especialista em cirurgia do pé e tornozelo

Atuação com técnicas modernas minimamente invasivas.

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Lesões do Tendão Calcâneo (Tendão de Aquiles) – Como identificar e tratar a dor no calcanhar https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/lesao-tendao-calcaneo-tendao-de-aquiles/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/lesao-tendao-calcaneo-tendao-de-aquiles/#respond Sun, 09 Nov 2025 23:56:43 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=1580

Você já sentiu uma dor incômoda na parte de trás do calcanhar, especialmente ao caminhar ou subir escadas? Ou conhece alguém que teve a sensação de um estalo repentino na perna durante uma corrida ou partida de futebol? Esses podem ser sinais de lesão no tendão de Aquiles — uma estrutura essencial para nossos movimentos, mas que pode sofrer com o excesso de esforço.

O que é o tendão de Aquiles e por que ele se machuca?

O tendão de Aquiles (também chamado de tendão calcâneo) é o maior e mais forte tendão do corpo humano. Ele conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar e é fundamental para ações como caminhar, correr e saltar.

Apesar de sua força, ele é bastante vulnerável a lesões — especialmente em adultos entre 30 e 50 anos que praticam esportes como corrida, futebol ou tênis. Homens são os mais afetados, e estima-se que até 20% das lesões em esportistas recreativos envolvam esse tendão.

Sintomas: como identificar uma lesão no tendão de Aquiles

Os sinais variam conforme o tipo de lesão:

  • Tendinite ou tendinopatia: é quando o tendão está inflamado ou começa a se desgastar. A dor costuma aparecer na parte de trás do calcanhar e piora com esforço físico. Às vezes, a dor é mais próxima do osso; em outras, mais perto da panturrilha — e isso muda o tipo de tratamento indicado.

  • Ruptura parcial ou total: ocorre de forma súbita, com sensação de estalo ou “chicote” na perna. A pessoa pode ter dificuldade para caminhar ou ficar na ponta dos pés. Também é comum notar inchaço e uma falha ao tocar o tendão.

Como é feito o diagnóstico?

O médico ortopedista avalia o paciente com exames físicos e de imagem:

  • No exame clínico, observa-se dor ao toque, espessamento do tendão e o chamado “sinal de Thompson” — quando apertamos a panturrilha e o pé não se mexe, indicando possível ruptura.

  • A ultrassonografia ajuda a visualizar inflamações, áreas desgastadas ou rompidas.

  • Em casos mais complexos, a ressonância magnética é usada para confirmar o diagnóstico e planejar o tratamento, principalmente se houver necessidade de cirurgia.

Tratamento para lesões no tendão de Aquiles

Nem toda lesão exige cirurgia. Muitas vezes, o tratamento conservador é suficiente — especialmente em casos de tendinite ou rupturas parciais.

Entre as opções estão:

  • Redução das atividades físicas e repouso relativo

  • Aplicação de gelo e elevação da perna para diminuir o inchaço

  • Uso de medicamentos anti-inflamatórios nas fases agudas

  • Calcanheiras de silicone para aliviar a pressão sobre o tendão

  • Fisioterapia com exercícios de alongamento e fortalecimento da panturrilha

  • Imobilização temporária em alguns casos

Já nas rupturas totais, especialmente em pessoas jovens e ativas, a cirurgia costuma ser indicada. Em pacientes idosos ou com outras doenças graves, o tratamento conservador pode ser preferido, considerando os riscos da cirurgia.

Cirurgia: quando é necessária e como funciona

A cirurgia é recomendada quando há ruptura completa do tendão ou quando o tratamento conservador não teve sucesso. O procedimento consiste em unir as extremidades rompidas do tendão, e pode ser feito com cortes maiores (técnica aberta) ou com pequenas incisões (minimamente invasiva).

O tempo entre a lesão e a cirurgia, assim como o local exato da ruptura, influenciam na escolha da técnica. Após o procedimento, o paciente costuma usar uma bota imobilizadora por cerca de três semanas, sem apoiar o pé no chão. Depois disso, inicia-se a fisioterapia com carga progressiva — primeiro com muletas, depois sem, até caminhar normalmente.

O retorno ao esporte geralmente acontece após seis meses de reabilitação.

Possíveis complicações

Se a lesão não for tratada corretamente, pode haver perda de força na panturrilha, dificuldade para caminhar e até deformidades no pé. As complicações após a cirurgia são raras, mas podem incluir:

  • Cicatrização lenta da pele

  • Infecções

  • Nova ruptura do tendão

  • Rigidez ou fraqueza na articulação

 

Se você está sentindo dor no calcanhar ou suspeita de uma lesão no tendão de Aquiles, procure um ortopedista especialista em pé e tornozelo, se preferir, entre em contato direto com minha equipe. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de recuperação completa — com ou sem cirurgia.

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Lesões do Tendão Calcâneo (Tendão de Aquiles) – Como identificar e tratar a dor no calcanhar https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/lesao-tendao-calcaneo/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/lesao-tendao-calcaneo/#respond Sun, 05 Oct 2025 18:36:34 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=1335

Você já sentiu uma dor incômoda na parte de trás do calcanhar, especialmente ao caminhar ou subir escadas? Ou conhece alguém que teve a sensação de um estalo repentino na perna durante uma corrida ou partida de futebol? Esses podem ser sinais de lesão no tendão de Aquiles — uma estrutura essencial para nossos movimentos, mas que pode sofrer com o excesso de esforço.

O que é o tendão de Aquiles e por que ele se machuca?

O tendão de Aquiles (também chamado de tendão calcâneo) é o maior e mais forte tendão do corpo humano. Ele conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar e é fundamental para ações como caminhar, correr e saltar.

Apesar de sua força, ele é bastante vulnerável a lesões — especialmente em adultos entre 30 e 50 anos que praticam esportes como corrida, futebol ou tênis. Homens são os mais afetados, e estima-se que até 20% das lesões em esportistas recreativos envolvam esse tendão.

Sintomas: como identificar uma lesão no tendão de Aquiles

Os sinais variam conforme o tipo de lesão:

  • Tendinite ou tendinopatia: é quando o tendão está inflamado ou começa a se desgastar. A dor costuma aparecer na parte de trás do calcanhar e piora com esforço físico. Às vezes, a dor é mais próxima do osso; em outras, mais perto da panturrilha — e isso muda o tipo de tratamento indicado.

  • Ruptura parcial ou total: ocorre de forma súbita, com sensação de estalo ou “chicote” na perna. A pessoa pode ter dificuldade para caminhar ou ficar na ponta dos pés. Também é comum notar inchaço e uma falha ao tocar o tendão.

Como é feito o diagnóstico?

O médico ortopedista avalia o paciente com exames físicos e de imagem:

  • No exame clínico, observa-se dor ao toque, espessamento do tendão e o chamado “sinal de Thompson” — quando apertamos a panturrilha e o pé não se mexe, indicando possível ruptura.

  • A ultrassonografia ajuda a visualizar inflamações, áreas desgastadas ou rompidas.

  • Em casos mais complexos, a ressonância magnética é usada para confirmar o diagnóstico e planejar o tratamento, principalmente se houver necessidade de cirurgia.

Tratamento para lesões no tendão de Aquiles

Nem toda lesão exige cirurgia. Muitas vezes, o tratamento conservador é suficiente — especialmente em casos de tendinite ou rupturas parciais.

Entre as opções estão:

  • Redução das atividades físicas e repouso relativo

  • Aplicação de gelo e elevação da perna para diminuir o inchaço

  • Uso de medicamentos anti-inflamatórios nas fases agudas

  • Calcanheiras de silicone para aliviar a pressão sobre o tendão

  • Fisioterapia com exercícios de alongamento e fortalecimento da panturrilha

  • Imobilização temporária em alguns casos

Já nas rupturas totais, especialmente em pessoas jovens e ativas, a cirurgia costuma ser indicada. Em pacientes idosos ou com outras doenças graves, o tratamento conservador pode ser preferido, considerando os riscos da cirurgia.

Cirurgia: quando é necessária e como funciona

A cirurgia é recomendada quando há ruptura completa do tendão ou quando o tratamento conservador não teve sucesso. O procedimento consiste em unir as extremidades rompidas do tendão, e pode ser feito com cortes maiores (técnica aberta) ou com pequenas incisões (minimamente invasiva).

O tempo entre a lesão e a cirurgia, assim como o local exato da ruptura, influenciam na escolha da técnica. Após o procedimento, o paciente costuma usar uma bota imobilizadora por cerca de três semanas, sem apoiar o pé no chão. Depois disso, inicia-se a fisioterapia com carga progressiva — primeiro com muletas, depois sem, até caminhar normalmente.

O retorno ao esporte geralmente acontece após seis meses de reabilitação.

Possíveis complicações

Se a lesão não for tratada corretamente, pode haver perda de força na panturrilha, dificuldade para caminhar e até deformidades no pé. As complicações após a cirurgia são raras, mas podem incluir:

  • Cicatrização lenta da pele

  • Infecções

  • Nova ruptura do tendão

  • Rigidez ou fraqueza na articulação

 

Se você está sentindo dor no calcanhar ou suspeita de uma lesão no tendão de Aquiles, procure um ortopedista especialista em pé e tornozelo, se preferir, entre em contato direto com minha equipe. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de recuperação completa — com ou sem cirurgia.

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Fraturas no Pé e Tornozelo: sintomas, diagnóstico e como tratar corretamente https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/fraturas-pe-tornozelo/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/fraturas-pe-tornozelo/#respond Tue, 26 Aug 2025 18:56:31 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=1340

As fraturas no pé e tornozelo são mais comuns do que muita gente imagina. Seja por uma queda simples ou um trauma durante a prática de esportes, essas lesões podem afetar pessoas de todas as idades — e merecem atenção especial para evitar complicações futuras.

Por que essas fraturas acontecem com tanta frequência?

O tornozelo é uma das articulações mais exigidas do nosso corpo. Ele suporta o peso, absorve impactos e permite movimentos como caminhar, correr e saltar. Por isso, não é surpresa que seja a segunda articulação mais fraturada, perdendo apenas para o punho.

Essas fraturas podem acontecer em qualquer fase da vida, mas são especialmente comuns em dois grupos:

  • Adultos jovens, geralmente por traumas esportivos

  • Idosos, por quedas simples, muitas vezes associadas à osteoporose

Estima-se que cerca de 10% das fraturas atendidas em pronto-socorro envolvem o pé ou o tornozelo.

Como saber se você teve uma fratura?

Os sinais costumam ser bem claros logo após o trauma:

  • Dor intensa e imediata

  • Inchaço que aparece rapidamente e vai aumentando

  • Dificuldade ou incapacidade de apoiar o pé no chão

  • Em alguns casos, o pé ou tornozelo pode parecer “torto” ou fora do lugar

  • Hematomas (manchas roxas) que surgem algumas horas depois

Se você notar esses sintomas, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes.

Como é feito o diagnóstico?

O ortopedista começa com um exame físico, observando a dor localizada, o inchaço e a dificuldade de movimentar o pé. Em alguns casos, é possível sentir uma espécie de “areia” ao mexer a articulação — isso se chama crepitação.

Para confirmar a fratura, o exame mais comum é a radiografia, que mostra a linha de quebra do osso e se houve deslocamento. Em fraturas mais complexas, especialmente quando a articulação está comprometida, pode ser necessário fazer uma tomografia, que ajuda a planejar o tratamento cirúrgico.

Já a ressonância magnética é indicada em casos de fratura por estresse — aquelas que surgem aos poucos, sem um trauma evidente — ou para avaliar lesões nos ligamentos, tendões e cartilagem.

Tratamento: quando é possível evitar a cirurgia?

Nem toda fratura exige cirurgia. Quando o osso está quebrado mas não saiu do lugar (sem desvio), ou em casos de fraturas por estresse, o tratamento conservador costuma funcionar bem.

Nesse caso, o paciente pode precisar:

  • Usar uma bota gessada ou órtese por 4 a 8 semanas

  • Evitar apoiar o pé no chão no início, usando muletas

  • Tomar analgésicos e aplicar gelo para aliviar a dor e o inchaço

  • Fazer fisioterapia após a retirada da imobilização, para recuperar força, equilíbrio e mobilidade

E quando a cirurgia é necessária?

A cirurgia é indicada quando há deslocamento dos fragmentos ósseos, fraturas que envolvem a articulação ou instabilidade causada por lesões nos ligamentos.

O procedimento consiste em reposicionar os ossos e fixá-los com placas, parafusos ou hastes metálicas. O objetivo é restaurar o alinhamento correto para que o paciente volte a se movimentar normalmente.

A recuperação pode levar de 3 a 6 meses, dependendo da gravidade da fratura. Uma das vantagens da cirurgia é que, em muitos casos, o paciente já pode começar a apoiar parcialmente o pé após cerca de 3 semanas — sempre com orientação médica e uso de imobilizador.

Complicações: o que pode acontecer se não tratar corretamente?

Embora raras, algumas complicações podem surgir:

  • O osso pode cicatrizar de forma errada, causando deformidades (consolidação viciosa)

  • A articulação pode ficar rígida ou com movimentos limitados

  • Pode surgir artrose precoce no tornozelo

  • Há risco de infecção após a cirurgia ou até osteomielite (infecção no osso)

  • Em pessoas com osteoporose, pode haver refraturas

 

Se você sofreu uma queda ou trauma e está com dor no pé ou tornozelo, não espere para procurar ajuda. Um diagnóstico precoce e o tratamento adequado fazem toda a diferença na recuperação — e ajudam a evitar problemas que podem comprometer sua mobilidade no futuro.

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Pé Plano – Pé chato https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/pe-plano-pe-chato/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/pe-plano-pe-chato/#comments Wed, 27 Apr 2022 07:10:00 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=463 O pé plano, mais conhecido como pé chato é uma das maiores preocupações dos pais. O fato de não ter a curvatura do meio do pé e a angulação que forma no tornozelo faz com que os pais achem que existe alguma doença no pé que precisa ser tratada. Mas fique calmo…

Na maioria das vezes se trata apenas de uma variação da normalidade. A curvatura do meio do pé se forma até os 10 anos. E a genética é importante, pais com pés planos tem maior chance de terem filhos com pé plano. Se seu filho passou dos 10 anos e não formou a curvatura do meio do pé, dificilmente ele irá formar após essa idade. Os casos que precisam de tratamento e as vezes precisam de intervenção cirúrgica são aqueles em que o paciente apresenta DOR ou MACHUCADOS nos pés. É importante passar com o especialista para excluir a existência de alguma doença no pé que cause pé plano doloroso, por exemplo a barra óssea.

Não existindo doença no pé, nós iniciamos o tratamento com fisioterapia e em casos onde o paciente continua com queixa nós indicamos a correção cirúrgica.

O caso demonstra um paciente que precisou de correção cirúrgica do pé esquerdo por não ter apresentado melhora na fisio. Muitos casos nós conseguimos resolver com essa técnica (artrorrise) que é minimamente invasiva e com possibilidade de pisar após poucas semanas da cirurgia.

O parafuso inserido ajuda a melhorar o posicionamento do pé. Nas imagens conseguimos ver como melhorou o alinhamento do calcanhar e dos ossos do pé e também como o pé esquerdo está mais alinhado(reto) com o restante da perna enquanto o pé direito ainda está angulado para fora. Realizaremos a correção do pé direito ainda esse ano.

Fico com alguma dúvida? Precisa de ajuda?
Comente abaixo ou entre em contato.

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Dicas de exercícios para ajudar na Fascite Plantar https://drdanielkamura.com.br/saude-dos-pes/dicas-de-exercicios-para-ajudar-na-fascite-plantar/ https://drdanielkamura.com.br/saude-dos-pes/dicas-de-exercicios-para-ajudar-na-fascite-plantar/#comments Wed, 03 Nov 2021 03:01:29 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=340 A fascite plantar é uma patologia que causa dor nos calcanhares, como se fosse uma facada, mesmo pela manhã, quando o paciente ainda não realizou nenhuma atividade.

Este tipo de incômodo prejudica (e muito!) a qualidade de vida dos pacientes, que relatam durante as consultas que os sintomas melhoram quando ele caminha, mas que voltam em determinados momentos do dia.

Existe tratamento para a Fascite Plantar, Dr. Daniel?

Sim e é importante saber que o tratamento é prioritariamente conservador e que costuma gerar bons resultados.

Além disso, para diminuir a dor e a inflamação, o especialista pode indicar o uso de analgésicos e anti-inflamatórios.

No entanto, é importante saber que a fisioterapia é uma especialidade que oferece importantes benefícios, pois ao contrário dos medicamentos, ela atua nas intervenções mecânicas e funcionais para tratar os problemas.

A fisioterapia trabalha os desequilíbrios que são encontrados na avaliação. Por isso, são incluídos:

– Exercícios para reforço muscular e para correção da marcha;
– Terapia manual para alongamento e relaxamento da fáscia;
– Métodos de eletroterapia e crioterapia para analgesia e recuperação tecidual;
– Alongamentos para a musculatura da parte de trás da perna e coxa.

Então o pilates pode ajudar no tratamento da fascite plantar?

Com certeza! Este método é muito importante e pode ajudar no tratamento, já que ele oferece um trabalho corporal global e não causa riscos de impacto, como em algumas modalidades esportivas.

Para o paciente com fascite plantar, são indicados alongamentos, correção de postura, calçados apropriados e fortalecimento de membros, sem excessos.

No entanto, se você sofre com esta patologia, é indicado alongar-se diariamente. Esta ação ajuda a diminuir os desconfortos causados pela fascite plantar.

Mas, é preciso saber que o alongamento precisa ser feito da melhor forma e seguir algumas orientações profissionais.

Veja alguns exercícios de alongamento que separei:

– Alongamento com a toalha: sente-se e deixe a perna que você vai alongar estendida à frente do corpo.
Envolva o pé lesionado com uma toalha e, com muito cuidado, puxe-o em direção ao corpo.

Tente manter esta posição por 30 segundos e repita por mais 2 vezes. Exercite os dois lados. Repita esse alongamento pelo menos 5 vezes ao dia.

– Alongamento da panturrilha: apoie-se em uma parede, em pé, e extenda os braços na altura do peito.
A perna que precisa ser alongada deve ser posicionada mais afastada da parede. Mantenha-a esticada com o calcanhar no chão. A outra perna deve ficar flexionada, próxima à parede.

Assim que você sentir que a panturrilha alongar, conte 30 segundos e troque de perna.

– Alongamento do arco plantar com degrau da escada: fique de pé e apoie a parte da frente do pé lesionado na borda de um degrau.

Sem apoiar o calcanhar e o mediopé, tente alcançar a base do degrau até sentir que o arco do pé está sendo alongado.

Essa posição deve ser mantida por 30 segundos. Descanse um pouco e repita por mais 2 vezes.
– Rolamento do pé sobre garrafa congelada: com uma garrafa congelada, pise com o pé a ser alongado sobre a garrafa e role o pé por sua extensão.

A fascite plantar é uma patologia que incomoda muito e seu tratamento é a melhor maneira de o paciente ter uma boa qualidade de vida, já que, se não tratada, a dor pode se tornar crônica e provocar alterações na marcha e lesões nos joelhos, quadris e coluna.

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Neuroma de Morton https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/neuroma-de-morton-2/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/neuroma-de-morton-2/#comments Wed, 20 Oct 2021 23:54:44 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=317 Olá, pessoal!

Vocês sabiam que algumas lesões também têm nomes específicos?

Hoje vamos falar sobre o Neuroma de Morton, uma lesão que ocorre em um nervo do pé, mais especificamente no nervo que passa entre o terceiro e o quarto dedo.

O neuroma dos nervos digitais plantares foi descrito por Durlacher em 1845 e difundido por Thomas G. Morton em 1876, levando seu nome. Essa é uma patologia que frequentemente está associada com a metatarsalgia.

O Neuroma de Morton é lesão mais comum entre as mulheres, já que elas usam sapatos apertados e de salto alto, considerados os maiores vilões para esta complicação.

É importante saber que o Neuroma de Morton pode ser causado por outros motivos, como:

– Esportes: as atividades de alto impacto, como corrida, e esportes que exigem o uso de sapatos apertados, como esqui ou escalada, podem elevar o risco de desenvolver este problema.

– Deformidades nos pés: pessoas diagnosticadas com joanetes, pé chato, arcos altos e outras deformidades nos pés têm mais risco de desenvolver Neuroma de Morton.

É importante saber que, ao contrário do que as pessoas pensam, muitas vezes a simples inspeção do pé não evidencia a presença da doença. Alguns testes realizados durante a avaliação médica podem levantar a suspeita da lesão.

Quando o paciente é diagnosticado com o Neuroma de Morton, ele relata que sente como se estivesse com uma pedra no sapato, embora não seja visível.

Você também tem a sensação de que tem pedras no seu sapato? Recomendo que busque ajuda com um ortopedista especialista em pés.

Além disso, o paciente com Neuroma de Morton pode relatar outros sintomas, como:

– Queimação;
– Cãibra nos dedos e formigamentos;
– Encurtamento da musculatura.

É possível prevenir, Dr. Daniel?

É sim! Para isso, são recomendados:

– Realizar alongamentos constantes;
– Praticar atividade física para alongar a musculatura;
– Mulheres: não exagerem no salto alto e sapatos apertados;
– Homens: prefiram sapatos sociais que deixem os pés mais acomodados.

Fui diagnosticado com o Neuroma de Morton. Quais os tratamentos disponíveis?

Como esta complicação é apresentada como uma dor no antepé, muitas vezes o incômodo melhora com modificação do calçado e alongamento.

Mas, se o tratamento tradicional não ajudar, o especialista pode recomendar:

– Injeções para aliviar a dor;
– Cirurgia de descompressão para que o médico corte as estruturas vizinhas do local da lesão;
– Remoção do nervo, por cirurgia, para retirar o nervo afetado e aliviar a dor;
– Cirurgia de correção das deformidades que causaram a sobrecarga mecânica no pé.

Dr. Daniel, me ajuda: qual o melhor tratamento para o meu caso?

Para responder essa pergunta e dar uma resposta certa, é importante que cada pessoa seja avaliada por um ortopedista especialista em pés, pois como eu costumo falar: cada caso é um caso.
Por isso, se você identificou alguns desses sintomas e precisa de ajuda, conte comigo. Vamos conversar e definir o que é melhor!

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Você já ouviu falar em pé plano? https://drdanielkamura.com.br/saude-dos-pes/voce-ja-ouviu-falar-em-pe-plano/ https://drdanielkamura.com.br/saude-dos-pes/voce-ja-ouviu-falar-em-pe-plano/#respond Wed, 13 Oct 2021 03:01:33 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=349 O pé plano, também chamado de pé chato, é um dos principais motivos que levam muitos pais aos consultórios.

Ele é caracterizado pela diminuição do arco plantar, o que faz com que o pé não tenha curvatura na parte interna.

É importante saber que a maioria dos bebês possuem pés planos e isso é completamente normal, já que eles ainda não se desenvolveram por completo.

No entanto, conforme eles vão crescendo, é possível observar uma mudança nos pés e se tudo ocorrer da maneira correta, aos 10 anos, o arco plantar estará completamente desenvolvido. Mas, é importante saber que o pé plano pode persistir até a vida adulta e isso pode ser normal. O pé plano tem um componente de herança genética importante, portanto é comum que pais com pés planos tenham filhos com o mesmo tipo de pé.

Quais são as causas para ter este problema, Dr. Daniel?

A predisposição familiar pode ser uma das causas do pé plano, no entanto, ele pode ser decorrente de um componente de hiperfrouxidão ligamentar.

Além disso, alguns casos podem estar relacionados a malformações ósseas ou ao aparecimento de ossificações anômalas, que costumam causar muitas dores, principalmente em crianças em idade escolar.

Já em adultos, o aparecimento ou a intensificação do pé plano pode ser causada por uma ruptura tendinosa, traumática ou degenerativa.

Como saber que eu tenho pé plano?

Muitas pessoas não relatam dor ou incômodos nos pés, mas é muito comum as crianças relatarem dor muscular nas pernas ou fadiga, causada pelo esforço.

Em casos mais graves, além da dor, o paciente pode ter desequilíbrio mecânico da marcha, o que prejudica suas atividades diárias e limitam o paciente a realizar suas obrigações.

As botas e palmilhas ainda são recomendadas para tratar o pé plano?

Antigamente, este uso era muito comum, já que os familiares se baseavam no fato que eles “usaram e a forma do pé melhorou”.

Mas, é importante saber que nenhum estudo demostrou efeitos ao usar botas e palmilhas no desenvolvimento do pé.

Além disso, há muitas dúvidas sobre o efeito das atividades físicas nestes casos, mas quero compartilhar com você que apesar dessas atividades serem importantes para os pequenos, não há confirmações de que elas modificam a evolução dos pés. Os exercícios, principalmente descalço, auxiliam no desenvolvimento e fortalecimento da musculatura do pé aumentando a chance do desenvolvimento do arco plantar.

Em adultos, o pé plano causa dor nas costas?

Também não há relação comprovada entre dor nas costas, problemas nas articulações e pé plano. Se você apresentar estes sintomas, procure por um especialista.

Tratamento

Importante lembrar que os pés planos que precisam de tratamento são aqueles dolorosos ou que apresentam alguma complicação como calosidades/ulcerações ou associados a entorses de tornozelo de repetição.
O tratamento deve ser feito em conjunto com o ortopedista e a cirurgia só é considerada para correção do pé chato quando a criança apresenta dor intensa e deformidade.

Em tratamento conservador, o especialista pode indicar modificação de calçados, de acordo com cada caso.
Busque ajuda com um ortopedista para saber mais sobre seu caso!

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