lesões no pé – Dr. Daniel Kamura – Ortopedista Pé e Tornozelo https://drdanielkamura.com.br Ortopedista especialista em pé e tornozelo CRM 156.698 / TEOT 15.291 / RQE 88.918 Tue, 08 Sep 2026 18:27:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://drdanielkamura.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cropped-favicon-32x32.png lesões no pé – Dr. Daniel Kamura – Ortopedista Pé e Tornozelo https://drdanielkamura.com.br 32 32 Lesões do Tendão Calcâneo (Tendão de Aquiles) – Como identificar e tratar a dor no calcanhar https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/lesao-tendao-calcaneo-tendao-de-aquiles/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/lesao-tendao-calcaneo-tendao-de-aquiles/#respond Sun, 09 Nov 2025 23:56:43 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=1580

Você já sentiu uma dor incômoda na parte de trás do calcanhar, especialmente ao caminhar ou subir escadas? Ou conhece alguém que teve a sensação de um estalo repentino na perna durante uma corrida ou partida de futebol? Esses podem ser sinais de lesão no tendão de Aquiles — uma estrutura essencial para nossos movimentos, mas que pode sofrer com o excesso de esforço.

O que é o tendão de Aquiles e por que ele se machuca?

O tendão de Aquiles (também chamado de tendão calcâneo) é o maior e mais forte tendão do corpo humano. Ele conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar e é fundamental para ações como caminhar, correr e saltar.

Apesar de sua força, ele é bastante vulnerável a lesões — especialmente em adultos entre 30 e 50 anos que praticam esportes como corrida, futebol ou tênis. Homens são os mais afetados, e estima-se que até 20% das lesões em esportistas recreativos envolvam esse tendão.

Sintomas: como identificar uma lesão no tendão de Aquiles

Os sinais variam conforme o tipo de lesão:

  • Tendinite ou tendinopatia: é quando o tendão está inflamado ou começa a se desgastar. A dor costuma aparecer na parte de trás do calcanhar e piora com esforço físico. Às vezes, a dor é mais próxima do osso; em outras, mais perto da panturrilha — e isso muda o tipo de tratamento indicado.

  • Ruptura parcial ou total: ocorre de forma súbita, com sensação de estalo ou “chicote” na perna. A pessoa pode ter dificuldade para caminhar ou ficar na ponta dos pés. Também é comum notar inchaço e uma falha ao tocar o tendão.

Como é feito o diagnóstico?

O médico ortopedista avalia o paciente com exames físicos e de imagem:

  • No exame clínico, observa-se dor ao toque, espessamento do tendão e o chamado “sinal de Thompson” — quando apertamos a panturrilha e o pé não se mexe, indicando possível ruptura.

  • A ultrassonografia ajuda a visualizar inflamações, áreas desgastadas ou rompidas.

  • Em casos mais complexos, a ressonância magnética é usada para confirmar o diagnóstico e planejar o tratamento, principalmente se houver necessidade de cirurgia.

Tratamento para lesões no tendão de Aquiles

Nem toda lesão exige cirurgia. Muitas vezes, o tratamento conservador é suficiente — especialmente em casos de tendinite ou rupturas parciais.

Entre as opções estão:

  • Redução das atividades físicas e repouso relativo

  • Aplicação de gelo e elevação da perna para diminuir o inchaço

  • Uso de medicamentos anti-inflamatórios nas fases agudas

  • Calcanheiras de silicone para aliviar a pressão sobre o tendão

  • Fisioterapia com exercícios de alongamento e fortalecimento da panturrilha

  • Imobilização temporária em alguns casos

Já nas rupturas totais, especialmente em pessoas jovens e ativas, a cirurgia costuma ser indicada. Em pacientes idosos ou com outras doenças graves, o tratamento conservador pode ser preferido, considerando os riscos da cirurgia.

Cirurgia: quando é necessária e como funciona

A cirurgia é recomendada quando há ruptura completa do tendão ou quando o tratamento conservador não teve sucesso. O procedimento consiste em unir as extremidades rompidas do tendão, e pode ser feito com cortes maiores (técnica aberta) ou com pequenas incisões (minimamente invasiva).

O tempo entre a lesão e a cirurgia, assim como o local exato da ruptura, influenciam na escolha da técnica. Após o procedimento, o paciente costuma usar uma bota imobilizadora por cerca de três semanas, sem apoiar o pé no chão. Depois disso, inicia-se a fisioterapia com carga progressiva — primeiro com muletas, depois sem, até caminhar normalmente.

O retorno ao esporte geralmente acontece após seis meses de reabilitação.

Possíveis complicações

Se a lesão não for tratada corretamente, pode haver perda de força na panturrilha, dificuldade para caminhar e até deformidades no pé. As complicações após a cirurgia são raras, mas podem incluir:

  • Cicatrização lenta da pele

  • Infecções

  • Nova ruptura do tendão

  • Rigidez ou fraqueza na articulação

 

Se você está sentindo dor no calcanhar ou suspeita de uma lesão no tendão de Aquiles, procure um ortopedista especialista em pé e tornozelo, se preferir, entre em contato direto com minha equipe. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de recuperação completa — com ou sem cirurgia.

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Você já sentiu uma dor incômoda na parte de trás do calcanhar, especialmente ao caminhar ou subir escadas? Ou conhece alguém que teve a sensação de um estalo repentino na perna durante uma corrida ou partida de futebol? Esses podem ser sinais de lesão no tendão de Aquiles — uma estrutura essencial para nossos movimentos, mas que pode sofrer com o excesso de esforço.

O que é o tendão de Aquiles e por que ele se machuca?

O tendão de Aquiles (também chamado de tendão calcâneo) é o maior e mais forte tendão do corpo humano. Ele conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar e é fundamental para ações como caminhar, correr e saltar.

Apesar de sua força, ele é bastante vulnerável a lesões — especialmente em adultos entre 30 e 50 anos que praticam esportes como corrida, futebol ou tênis. Homens são os mais afetados, e estima-se que até 20% das lesões em esportistas recreativos envolvam esse tendão.

Sintomas: como identificar uma lesão no tendão de Aquiles

Os sinais variam conforme o tipo de lesão:

  • Tendinite ou tendinopatia: é quando o tendão está inflamado ou começa a se desgastar. A dor costuma aparecer na parte de trás do calcanhar e piora com esforço físico. Às vezes, a dor é mais próxima do osso; em outras, mais perto da panturrilha — e isso muda o tipo de tratamento indicado.

  • Ruptura parcial ou total: ocorre de forma súbita, com sensação de estalo ou “chicote” na perna. A pessoa pode ter dificuldade para caminhar ou ficar na ponta dos pés. Também é comum notar inchaço e uma falha ao tocar o tendão.

Como é feito o diagnóstico?

O médico ortopedista avalia o paciente com exames físicos e de imagem:

  • No exame clínico, observa-se dor ao toque, espessamento do tendão e o chamado “sinal de Thompson” — quando apertamos a panturrilha e o pé não se mexe, indicando possível ruptura.

  • A ultrassonografia ajuda a visualizar inflamações, áreas desgastadas ou rompidas.

  • Em casos mais complexos, a ressonância magnética é usada para confirmar o diagnóstico e planejar o tratamento, principalmente se houver necessidade de cirurgia.

Tratamento para lesões no tendão de Aquiles

Nem toda lesão exige cirurgia. Muitas vezes, o tratamento conservador é suficiente — especialmente em casos de tendinite ou rupturas parciais.

Entre as opções estão:

  • Redução das atividades físicas e repouso relativo

  • Aplicação de gelo e elevação da perna para diminuir o inchaço

  • Uso de medicamentos anti-inflamatórios nas fases agudas

  • Calcanheiras de silicone para aliviar a pressão sobre o tendão

  • Fisioterapia com exercícios de alongamento e fortalecimento da panturrilha

  • Imobilização temporária em alguns casos

Já nas rupturas totais, especialmente em pessoas jovens e ativas, a cirurgia costuma ser indicada. Em pacientes idosos ou com outras doenças graves, o tratamento conservador pode ser preferido, considerando os riscos da cirurgia.

Cirurgia: quando é necessária e como funciona

A cirurgia é recomendada quando há ruptura completa do tendão ou quando o tratamento conservador não teve sucesso. O procedimento consiste em unir as extremidades rompidas do tendão, e pode ser feito com cortes maiores (técnica aberta) ou com pequenas incisões (minimamente invasiva).

O tempo entre a lesão e a cirurgia, assim como o local exato da ruptura, influenciam na escolha da técnica. Após o procedimento, o paciente costuma usar uma bota imobilizadora por cerca de três semanas, sem apoiar o pé no chão. Depois disso, inicia-se a fisioterapia com carga progressiva — primeiro com muletas, depois sem, até caminhar normalmente.

O retorno ao esporte geralmente acontece após seis meses de reabilitação.

Possíveis complicações

Se a lesão não for tratada corretamente, pode haver perda de força na panturrilha, dificuldade para caminhar e até deformidades no pé. As complicações após a cirurgia são raras, mas podem incluir:

  • Cicatrização lenta da pele

  • Infecções

  • Nova ruptura do tendão

  • Rigidez ou fraqueza na articulação

 

Se você está sentindo dor no calcanhar ou suspeita de uma lesão no tendão de Aquiles, procure um ortopedista especialista em pé e tornozelo, se preferir, entre em contato direto com minha equipe. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de recuperação completa — com ou sem cirurgia.

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Fraturas no Pé e Tornozelo: sintomas, diagnóstico e como tratar corretamente https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/fraturas-pe-tornozelo/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/fraturas-pe-tornozelo/#respond Tue, 26 Aug 2025 18:56:31 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=1340

As fraturas no pé e tornozelo são mais comuns do que muita gente imagina. Seja por uma queda simples ou um trauma durante a prática de esportes, essas lesões podem afetar pessoas de todas as idades — e merecem atenção especial para evitar complicações futuras.

Por que essas fraturas acontecem com tanta frequência?

O tornozelo é uma das articulações mais exigidas do nosso corpo. Ele suporta o peso, absorve impactos e permite movimentos como caminhar, correr e saltar. Por isso, não é surpresa que seja a segunda articulação mais fraturada, perdendo apenas para o punho.

Essas fraturas podem acontecer em qualquer fase da vida, mas são especialmente comuns em dois grupos:

  • Adultos jovens, geralmente por traumas esportivos

  • Idosos, por quedas simples, muitas vezes associadas à osteoporose

Estima-se que cerca de 10% das fraturas atendidas em pronto-socorro envolvem o pé ou o tornozelo.

Como saber se você teve uma fratura?

Os sinais costumam ser bem claros logo após o trauma:

  • Dor intensa e imediata

  • Inchaço que aparece rapidamente e vai aumentando

  • Dificuldade ou incapacidade de apoiar o pé no chão

  • Em alguns casos, o pé ou tornozelo pode parecer “torto” ou fora do lugar

  • Hematomas (manchas roxas) que surgem algumas horas depois

Se você notar esses sintomas, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes.

Como é feito o diagnóstico?

O ortopedista começa com um exame físico, observando a dor localizada, o inchaço e a dificuldade de movimentar o pé. Em alguns casos, é possível sentir uma espécie de “areia” ao mexer a articulação — isso se chama crepitação.

Para confirmar a fratura, o exame mais comum é a radiografia, que mostra a linha de quebra do osso e se houve deslocamento. Em fraturas mais complexas, especialmente quando a articulação está comprometida, pode ser necessário fazer uma tomografia, que ajuda a planejar o tratamento cirúrgico.

Já a ressonância magnética é indicada em casos de fratura por estresse — aquelas que surgem aos poucos, sem um trauma evidente — ou para avaliar lesões nos ligamentos, tendões e cartilagem.

Tratamento: quando é possível evitar a cirurgia?

Nem toda fratura exige cirurgia. Quando o osso está quebrado mas não saiu do lugar (sem desvio), ou em casos de fraturas por estresse, o tratamento conservador costuma funcionar bem.

Nesse caso, o paciente pode precisar:

  • Usar uma bota gessada ou órtese por 4 a 8 semanas

  • Evitar apoiar o pé no chão no início, usando muletas

  • Tomar analgésicos e aplicar gelo para aliviar a dor e o inchaço

  • Fazer fisioterapia após a retirada da imobilização, para recuperar força, equilíbrio e mobilidade

E quando a cirurgia é necessária?

A cirurgia é indicada quando há deslocamento dos fragmentos ósseos, fraturas que envolvem a articulação ou instabilidade causada por lesões nos ligamentos.

O procedimento consiste em reposicionar os ossos e fixá-los com placas, parafusos ou hastes metálicas. O objetivo é restaurar o alinhamento correto para que o paciente volte a se movimentar normalmente.

A recuperação pode levar de 3 a 6 meses, dependendo da gravidade da fratura. Uma das vantagens da cirurgia é que, em muitos casos, o paciente já pode começar a apoiar parcialmente o pé após cerca de 3 semanas — sempre com orientação médica e uso de imobilizador.

Complicações: o que pode acontecer se não tratar corretamente?

Embora raras, algumas complicações podem surgir:

  • O osso pode cicatrizar de forma errada, causando deformidades (consolidação viciosa)

  • A articulação pode ficar rígida ou com movimentos limitados

  • Pode surgir artrose precoce no tornozelo

  • Há risco de infecção após a cirurgia ou até osteomielite (infecção no osso)

  • Em pessoas com osteoporose, pode haver refraturas

 

Se você sofreu uma queda ou trauma e está com dor no pé ou tornozelo, não espere para procurar ajuda. Um diagnóstico precoce e o tratamento adequado fazem toda a diferença na recuperação — e ajudam a evitar problemas que podem comprometer sua mobilidade no futuro.

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Neuroma de Morton https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/neuroma-de-morton-2/ https://drdanielkamura.com.br/tratamentos/neuroma-de-morton-2/#comments Wed, 20 Oct 2021 23:54:44 +0000 https://drdanielkamura.com.br/?p=317 Olá, pessoal!

Vocês sabiam que algumas lesões também têm nomes específicos?

Hoje vamos falar sobre o Neuroma de Morton, uma lesão que ocorre em um nervo do pé, mais especificamente no nervo que passa entre o terceiro e o quarto dedo.

O neuroma dos nervos digitais plantares foi descrito por Durlacher em 1845 e difundido por Thomas G. Morton em 1876, levando seu nome. Essa é uma patologia que frequentemente está associada com a metatarsalgia.

O Neuroma de Morton é lesão mais comum entre as mulheres, já que elas usam sapatos apertados e de salto alto, considerados os maiores vilões para esta complicação.

É importante saber que o Neuroma de Morton pode ser causado por outros motivos, como:

– Esportes: as atividades de alto impacto, como corrida, e esportes que exigem o uso de sapatos apertados, como esqui ou escalada, podem elevar o risco de desenvolver este problema.

– Deformidades nos pés: pessoas diagnosticadas com joanetes, pé chato, arcos altos e outras deformidades nos pés têm mais risco de desenvolver Neuroma de Morton.

É importante saber que, ao contrário do que as pessoas pensam, muitas vezes a simples inspeção do pé não evidencia a presença da doença. Alguns testes realizados durante a avaliação médica podem levantar a suspeita da lesão.

Quando o paciente é diagnosticado com o Neuroma de Morton, ele relata que sente como se estivesse com uma pedra no sapato, embora não seja visível.

Você também tem a sensação de que tem pedras no seu sapato? Recomendo que busque ajuda com um ortopedista especialista em pés.

Além disso, o paciente com Neuroma de Morton pode relatar outros sintomas, como:

– Queimação;
– Cãibra nos dedos e formigamentos;
– Encurtamento da musculatura.

É possível prevenir, Dr. Daniel?

É sim! Para isso, são recomendados:

– Realizar alongamentos constantes;
– Praticar atividade física para alongar a musculatura;
– Mulheres: não exagerem no salto alto e sapatos apertados;
– Homens: prefiram sapatos sociais que deixem os pés mais acomodados.

Fui diagnosticado com o Neuroma de Morton. Quais os tratamentos disponíveis?

Como esta complicação é apresentada como uma dor no antepé, muitas vezes o incômodo melhora com modificação do calçado e alongamento.

Mas, se o tratamento tradicional não ajudar, o especialista pode recomendar:

– Injeções para aliviar a dor;
– Cirurgia de descompressão para que o médico corte as estruturas vizinhas do local da lesão;
– Remoção do nervo, por cirurgia, para retirar o nervo afetado e aliviar a dor;
– Cirurgia de correção das deformidades que causaram a sobrecarga mecânica no pé.

Dr. Daniel, me ajuda: qual o melhor tratamento para o meu caso?

Para responder essa pergunta e dar uma resposta certa, é importante que cada pessoa seja avaliada por um ortopedista especialista em pés, pois como eu costumo falar: cada caso é um caso.
Por isso, se você identificou alguns desses sintomas e precisa de ajuda, conte comigo. Vamos conversar e definir o que é melhor!

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